Eu estou ouvindo uma música um pouco, ok, muito melancólica, é a música do meu filme favorito no mundo inteiro, e realmente não explicar, mas eu sempre fico horrível quando eu a escuto, é como se eu perdesse o ar, e meu estômago fosse invadido não apenas por borboletas, mas todo tipo de inseto existente no mundo, e sei que pode parecer nojento, mas essa é a verdade, eu não consigo respirar, muito menos pensar em algo por mais de cinco segundos, nunca entendi o que essa sensação significava, ou se era boa, ou ruim, é só que meus olhos se enchem de água, meu nariz envermelhece, e eu fico nervosa e sinto um vazio sem tamanho, um medo de perder alguma coisa que não sei o que é, é como se eu amasse alguém, como se fosse todos os sentimentos de se está apaixonada, só que não há ninguém, e é isso que me faz sentir ainda pior, porque parece que nunca há alguém, às vezes é como se nenhum amor fosse dar certo comigo, eu estou me arriscando, mas ele parece nunca chegar, ou às vezes parece que ele se foi, talvez ano passado, seria possível? Mas eu não o deixei, ele me deixou, talvez eu e o amor não tenhamos nos dado bem. Ok, eu não me arrisquei, nunca disse a ele que me importava, o quanto gostava dele, eu tive medo, medo dele me deixar, e foi o que aconteceu, e não importa se eu o tivesse contado ou não, porque ele me deixaria do mesmo jeito, porque ele nunca gostou de mim, nunca. E é por isso que eu estou tentando de novo, pode ser que não dê certo, pode ser que termine logo, ou que nem chegue a começar, mas vou me arriscar, pelo menos dessa vez. Dizem que o amor é algo construtivo, que você não olha pra pessoa e puft, se apaixona por ela, então vou tentar construir o amor com ele.
P.S.: Essa música é como se fosse algo cortante, e eu só tenho vontade de chorar, e chorar, e chorar... Ouçam se precisarem muito colocar algo pra fora.
Carpe Diem!
Eu estava cansada, sabe? Por isso que mudei, porque ninguém se importava quando era uma boa garota, quando eu fazia coisas certas, quando eu era uma menina da igreja, porque as pessoas sempre achavam algo para reclamar, sempre achavam um defeito aqui e outro ali, eu cansei de tentar ser uma pessoa boa, uma pessoa melhor, ninguém se importa com isso, elas não estão nem ai. As pessoas reclamam de como eu sou agora, e elas não sabem metade das coisas que eu fiz, ou farei, mas estou orgulhosa de mim, não aguentava mais tentar ser alguém que eu não sou, ter que reprimir minhas vontades com medo do que meus pais ou meus parentes iriam achar, eles são tão ridículos, todos eles, chega a me dar nojo, eles me dão nojo, eles são como o resto, e eu odeio a mesmice. Quando eu pensava no que contaria a meus filhos, ou netos no futuro, puta que pariu, o que eu vivi nessa vida? Quantas besteiras eu já tinha feito, quantas coisas erradas, quantas aventuras teria para contá-los? Minha história sempre fora compostas de coisas estúpidas, eu não saia de casa, não tinha amigos ou primos, então eu ficava sozinha, brincando comigo mesma, que graça teria contar isso a minhas crias? Eu precisava me arriscar, fazer coisas insanas, errar, precisava de cicatrizes, estava cansada de agir como uma filhinha de mamãe patricinha que adorava coisas superficiais, aquela não era eu, a verdadeira eu, é quem sou agora, e estou feliz em finalmente tê-la colocado pra fora. Eu gosto de coisas erradas, de loucuras, o quão idiota isso é? Espero que menos do que viver naquele mundinho parado no qual eu vivia. Descobri que meu lugar não é debaixo das assas dos meus pais, descobri que sou livre demais pra ser dependente, que posso ser auto suficiente, e isso é tudo. Preciso fazer o que eu tenho vontade, sabe? Sair escondido, beber até cair, fazer umas tattoos, passei muito tempo da minha vida me preocupando com ser a filha perfeita, a aluna perfeita, o orgulho da família, mas nada disso era o que eu queria, era o que eles queriam, e nada nunca estava bom, sempre faltava algo, e então eu surtei, aquilo realmente não era pra mim. E hoje, tive a certeza disso, estou sem aula por causa dessa greve maldita, então tive que voltar para a casa dos meus pais, e eu estou enlouquecendo, é como se eu estivesse numa bolha minúscula, estou me sentindo sufocada, e estou! Eles falam sem parar e brigam comigo o tempo todo, me fazem desejar cada vez mais que as aulas retornem para que eu possa ir embora daqui, pra longe, ok, não tão longe, mas digamos que longe o bastante. São tão hipócritas, quando eu estou lá, agem como se me quisessem por perto, e então, quando eu estou aqui, mal os vejo, ok, eu passo muito tempo no celular, mas eles poderiam me adular um pouco, quem não gosta de ser adulado de vez em quando? Nesse caso, saudade é bom. Por isso, não vejo a hora de começar a faculdade, sabe? Acho que seria uma ótima oportunidade para sair de casa, estou contado com isso, talvez em outra cidade, ou outro estado, quem sabe. Mas é agonizante, sabe, eles são tão cretinos às vezes, se importam tanto com as aparências, com o que os outros vão pensar se eu sair com tal roupa, ou se me verem abraçada com alguma amiga, o quanto ridículo isso é? Garanto que muito. Às vezes eles me envergonham... Mas eu não me importo com o que eles falam, tenho o gênio forte o bastante para não deixá-los encher minha cabeça com essas baboseiras do século passado, do certo e do errado, eu não importo, realmente não me importo, nem um pouco, fodam-se! Então tudo que eu queria agora era está viajando por aí, sem um rumo exato, e uns dois amigos de companhia, talvez isso preenchesse esse vazio dentro de mim que nem eu sei o que é. Eu estava um pouco triste e decepcionada antes de escrever isso, ou até metade dele, mas termino dizendo que o que sinto agora é orgulho de mim, por saber viver.
Postado por
That Girl
Nenhum comentário
Marcadores:
#day17
What the hell is that?
Não sei que droga está acontecendo comigo, mas é como se todo o meu corpo estivesse adoecendo, parte por parte. Bem, não é aquela dor insuportável e aguda, mas não sei, só dói e é muito ruim. Eu me sinto mal, muito mal, e não sei como me ajudar, o que devo procurar, um médico? Mal sei o que sinto, ou onde dói. Estou fraca, muito fraca, só tenho vontade de ficar deitada sem fazer absolutamente nada, sem celular, ou TV, sem amigos, só lá, quieta, em paz, pra ver se a dor passa, ela é tão chata, me deixa enjoada, eu odeio ficar tão perdida e indefesa. Meus pais nunca se importam, se eu consigo andar, comer e falar, pra eles está tudo nos conformes. Estou cansada, de andar, de falar, de mexer os dedos pra digitar, preciso de um tempo pra mim, sei lá, tudo me sufoca, não consigo respirar direito, meu estômago está de cabeça pra baixo, e não me reviro à ninguém, é só que, incomoda, tudo, tudo me estressa, me tira a paciência em dois tempos. Isso é sintoma de alguma doença? Sei lá, eu estou prestes à enlouquecer? Porque é o que parece. Eu só tenho vontade de tirar essa sensação ruim de mim, e essa dor, esse incomodo, isso, que eu nem sei o que é, tenho vontade de gritar até não ter mais voz, de fazer alguma coisa que eu ainda não sei o que é, só queria saber o que é isso, porque é ruim, é péssimo. Eu estou morrendo? Estou entrando em algum tipo de depressão? Sentir essas coisas está em qual nível do ruim? Essa droga toda é coisa da minha cabeça? Estou me sufocando demais, me enchendo de pensamentos, de problemas, de coisas idiotas e desnecessárias? Onde está a velha E.? A E. que gostava de rir, de ler, de ficar o dia inteiro na internet, conversando com os amigos, nas redes sociais, não sei o que aconteceu com ela, ou comigo. Esquece, tudo isso, eu só preciso descansar, sei lá, por um dia, dois, uma semana, talvez um mês.
P.S.: Acho que preciso de ajuda, quando alguém vai perceber?
P.S.: Acho que preciso de ajuda, quando alguém vai perceber?
Postado por
That Girl
Nenhum comentário
Marcadores:
#day16
What I want
Ultimamente tenho escrito bastante sobre o meu "Nós dois", mas estive pensando, e, não sei se existe isso pra mim. Eu estou sempre tão confusa quando se trata desse assunto, estou enlouquecendo! Não sei exatamente o que eu quero dele, nem de nós, só acho que parece certo, na maior parte do tempo, mas na outra, eu não sei, eu apenas não o suporto, às vezes abro nossa conversa e torço para que ele fale comigo, ou me chame de Flor, e outras vezes olho com desprezo pro celular, enjoada só de pensar no momento em que ele vai me chamar pra conversar, às vezes eu o quero por perto, e às vezes tenho vontade de mandá-lo ainda pra mais longe, não é muito normal de se explicar. Realmente não sei o que estou sentindo, não sei se o problema é comigo, com ele, a gente, ou sei lá, onde diabos está o problema. É só que às vezes a sensação de ter alguém pensando em você "daquele" jeito, desejando está com você, alguém que quer te bem, sei lá, é bom, é caloroso, reconfortante. Acho que gosto dele, de verdade, já perdi a conta de quantas vezes disse que ele era um cara legal, mas não sei se ele está pronto pra mim, não que eu seja a garota mais incrível e madura do mundo, muito pelo contrário, tenho medo dele se perder nos meus problemas, na minha confusão, não seria justo levar alguém pra esse buraco negro que é meus sentimentos, não quero que ele se machuque, mais um... É por isso que estou tentando, de todas as formas, estou dando tudo de mim, nunca tive um relacionamento assim, mas pelo que sei é feito dessas coisas, de amar e odiar as coisas na outra pessoa, de aturar, se sacrificar, então, acho que estou tentando dar o melhor de mim. Hm, não acho que esteja sendo fácil pra ele também, eu sou um pé no saco na maioria das vezes, sei lá, não deve ser muito legal você falar coisas incríveis pra alguém e tudo que você recebe em troca é um "Awn, você é uma graça!", ok, é só que isso me assusta às vezes, não estou acostumada com esse tipo de carinho, hm, tão próximo... Outras vezes acho que seja a hora de diminuir a velocidade, não preciso que ele me diga todas as noites que me adora, certo? Eu tenho esse direito. É como se estivesse sendo pressionada a dizer o mesmo, e bem, não quero fazer isso, porque, bom, não sei se é verdade, disse a ele que não mentiria sobre meus sentimentos, e falar algo do qual não tenho certeza, talvez se encaixe nisso. Então é isso, acho que estou em um meio termo terrível, é por isso que odeio meio termos, são quase sempre ruins. Não quero ele muito perto, mas também não quero que ele vá, não sei se é algo como "É sempre bom ter alguém pra beijar", como eu disse aos meus amigos, é mais que isso, eu estou dando a ele a oportunidade de me fazer ficar apaixonada de novo, -se houve a primeira vez-, mas não quero admitir isso, não agora. Deve ser por isso que continuo tentando, porque pela primeira vez -ok, segunda!-, quero que dê certo, é bom está solteira, solta, livre, mas acho que está na hora de saber como é isso, de ter alguém "daquele jeito".
Postado por
That Girl
Nenhum comentário
Marcadores:
#day15
Welcome back, I have some news!
Hm, tudo bem, o combinado era voltar há dois atrás, e não é como se eu estivesse sem tempo, porque bem, eu tenho, é só que... eu não sabia o que escrever, vivi muitas coisas todos os dias, coisas que me serviram de lição, só não tinha paciência de arrumá-las aqui. Viajar com sua melhor amiga que você não vê, a tipo, muito tempo deveria ser algo incrível, hm, vocês deveriam conversar, e não sei, estar radiante, não?! Mas não aconteceu desse jeito, bom, foi minha culpa, é só que parece que as coisas mudaram, nada é a mesma coisa, eu a amo, mas o tempo às vezes estraga tanto as coisas, e desgasta, e as coisas esfriam, como se fossemos estranhas, e eu me sinto culpada por não ter sentido por isso, não sei, era como se toda vez as vezes que ela falava, eu lembrasse dos seus defeitos e todas as coisas que eu não suportava nela, me fazendo ficar irritada, com uma louca vontade de por tudo pra fora, foi estranho...
Ok, vamos fazer isso intercaladamente, depois de falar sobre isso que foi, bom, estranho, quero lembrar do quanto me surpreendo comigo mesma a cada dia que passa. Nunca imaginei que fosse mudar tanto e numa escala de tempo tão curta, ok, não tão curta assim, mas eu costumava amar rosa e essas coisas superficiais, batom e salto alto, e agora, bem, eu sou assim, sei lá, às vezes é inacreditável. Eu sou a E. fascinada por aventuras, coisas insanas e flores, quem diria? Quem diria que eu estaria planejando fugir com três amigos? Quem diria que eu deixaria de me importar com a opinião do mundo? Tudo mudou, mas é como se ainda assim, eu continuasse a mesma. Recebi uma das melhores definições de mim nesse tempo que estive fora. Não dá pra saber quem eu sou, porque é como se eu fosse um mistério, um enigma, não dá pra me descobrir olhando nos meus olhos porque eles são uma nebulosa, eles vão estar sempre escuros, não vão me denunciar, porque eu sou assim, as pessoas não vão descobrir nada além do que eu quiser que elas descubram. Sou muito profunda, e as pessoas não sabem nadar em meu mar, então, elas ficam no raso, e vêem apenas o que lhes trago nas ondas, soa ruim, ou egoísta? Não quero saber. Mas gosto disso... Eu sou um mistério, é realmente uma definição incrível.
Eu ainda estou confusa, sabe? Sobre aquilo, digo, sobre eu ter um "Nós", talvez seja porque isso seja novo pra mim, mas eu me sinto perdida na maioria das vezes, às vezes não sei se estou indo pelo caminho certo, se isso tudo é o certo. Estou dividida, nunca tenho uma opinião final, ele parece ser um cara legal, na verdade, ele é, mas, hm, não sei se ele está pronto para lidar com alguém feito eu, ok, eu disse que achava interessante o fato de sermos o oposto, mas isso talvez não caia assim tão bem na nossa realidade. Talvez ele seja imaturo demais, não no geral, mas imaturo pra mim, eu sou tão estranha... Sei que ele está se esforçando, e algumas vezes ele consegue me tirar do chão, mas ainda assim, ele é tão previsível, é uma gracinha, na verdade. E além de toda essa dúvida, o passado vem me rondar, não sei porque diabos tenho pensado tanto nele ultimamente, mas eu nunca estou esperando, eu estou lavando a louça, e do nada tudo vem à tona, e volto a pensar em tudo de novo, e o estômago começa a borbulhar, e isso tudo é uma droga! Às vezes, quase sempre, na verdade, eu acho que sou a pessoa mais confusa e estranha do mundo, às vezes acho que só gosto das pessoas, "daquele jeito", até saber que sou correspondida, por isso que ainda sinto minha barriga entrar em ebulição quando lembro dele, porque nunca soube o que ele sentia por mim, porque até o que eu sei, não era nada, e saber que depois daquele dia, daquele momento, que esperei por tanto tempo, nós nunca nos vimos de novo, e talvez, nunca tornemos a ver. Mas isso tudo pode ser, também, sintomas do meu primeiro amor. É difícil para mim saber quando se está gostando de alguém, então, fiz uma lista baseada no meu primeiro amor, e comparando as duas situações, algumas coisas se encaixam, vamos aguardar. Às vezes, eu o acho um idiota, e me pergunto porque ainda estou aqui, tentando, mas quando ele diz aquelas coisas doces, ou quando ele me chama de Flor, ah, não dá segurar as borboletas, elas simplesmente invadem não só meu estômago, mas todo o meu ser, e então, ele finalmente consegue me tirar do chão, e algumas duzias de risos.
É, realmente aconteceram muitas coisas durante esses dias que estive fora daqui, mas eu estou bem, principalmente comigo mesma, ando dormido tarde, passado o dia deitada, sem fazer quase nada, ou fazendo muita coisa, mas não me sinto cansada, acho que era disso que eu precisava, tempo.
Ok, vamos fazer isso intercaladamente, depois de falar sobre isso que foi, bom, estranho, quero lembrar do quanto me surpreendo comigo mesma a cada dia que passa. Nunca imaginei que fosse mudar tanto e numa escala de tempo tão curta, ok, não tão curta assim, mas eu costumava amar rosa e essas coisas superficiais, batom e salto alto, e agora, bem, eu sou assim, sei lá, às vezes é inacreditável. Eu sou a E. fascinada por aventuras, coisas insanas e flores, quem diria? Quem diria que eu estaria planejando fugir com três amigos? Quem diria que eu deixaria de me importar com a opinião do mundo? Tudo mudou, mas é como se ainda assim, eu continuasse a mesma. Recebi uma das melhores definições de mim nesse tempo que estive fora. Não dá pra saber quem eu sou, porque é como se eu fosse um mistério, um enigma, não dá pra me descobrir olhando nos meus olhos porque eles são uma nebulosa, eles vão estar sempre escuros, não vão me denunciar, porque eu sou assim, as pessoas não vão descobrir nada além do que eu quiser que elas descubram. Sou muito profunda, e as pessoas não sabem nadar em meu mar, então, elas ficam no raso, e vêem apenas o que lhes trago nas ondas, soa ruim, ou egoísta? Não quero saber. Mas gosto disso... Eu sou um mistério, é realmente uma definição incrível.
Eu ainda estou confusa, sabe? Sobre aquilo, digo, sobre eu ter um "Nós", talvez seja porque isso seja novo pra mim, mas eu me sinto perdida na maioria das vezes, às vezes não sei se estou indo pelo caminho certo, se isso tudo é o certo. Estou dividida, nunca tenho uma opinião final, ele parece ser um cara legal, na verdade, ele é, mas, hm, não sei se ele está pronto para lidar com alguém feito eu, ok, eu disse que achava interessante o fato de sermos o oposto, mas isso talvez não caia assim tão bem na nossa realidade. Talvez ele seja imaturo demais, não no geral, mas imaturo pra mim, eu sou tão estranha... Sei que ele está se esforçando, e algumas vezes ele consegue me tirar do chão, mas ainda assim, ele é tão previsível, é uma gracinha, na verdade. E além de toda essa dúvida, o passado vem me rondar, não sei porque diabos tenho pensado tanto nele ultimamente, mas eu nunca estou esperando, eu estou lavando a louça, e do nada tudo vem à tona, e volto a pensar em tudo de novo, e o estômago começa a borbulhar, e isso tudo é uma droga! Às vezes, quase sempre, na verdade, eu acho que sou a pessoa mais confusa e estranha do mundo, às vezes acho que só gosto das pessoas, "daquele jeito", até saber que sou correspondida, por isso que ainda sinto minha barriga entrar em ebulição quando lembro dele, porque nunca soube o que ele sentia por mim, porque até o que eu sei, não era nada, e saber que depois daquele dia, daquele momento, que esperei por tanto tempo, nós nunca nos vimos de novo, e talvez, nunca tornemos a ver. Mas isso tudo pode ser, também, sintomas do meu primeiro amor. É difícil para mim saber quando se está gostando de alguém, então, fiz uma lista baseada no meu primeiro amor, e comparando as duas situações, algumas coisas se encaixam, vamos aguardar. Às vezes, eu o acho um idiota, e me pergunto porque ainda estou aqui, tentando, mas quando ele diz aquelas coisas doces, ou quando ele me chama de Flor, ah, não dá segurar as borboletas, elas simplesmente invadem não só meu estômago, mas todo o meu ser, e então, ele finalmente consegue me tirar do chão, e algumas duzias de risos.
É, realmente aconteceram muitas coisas durante esses dias que estive fora daqui, mas eu estou bem, principalmente comigo mesma, ando dormido tarde, passado o dia deitada, sem fazer quase nada, ou fazendo muita coisa, mas não me sinto cansada, acho que era disso que eu precisava, tempo.
Postado por
That Girl
Nenhum comentário
Marcadores:
#day14 #or #somuchdays
Break
Bom, estou aqui apenas para dizer que tenho que dar uma pausa, hm, é um feriado importante, a ressurreição de Cristo, tempo de ficar com a familia e todas essas coisas, então, vou viajar com meus pais, não é um lugar que eu goste muito de ir, na verdade, eu odeio, mas é o que temos, então, vamos lá! A parte mais difícil é que lá é realmente no fim do mundo, onde eu fico desconectada de tudo, nada de sinal, nada de internet, nada de vida social, por isso, uma pausa, é o que eu estou dando para tudo, para todo mundo. Vou sentir saudades, do tipo, muita, mas saudade às vezes faz bem, apenas quando a gente sabe que vai voltar, e eu vou, na segunda, são só três dias, acho que consigo, então... Boa sorte pra mim!
P.S.: Eu realmente odeio ir pra lá!
P.S.: Eu realmente odeio ir pra lá!
Postado por
That Girl
Nenhum comentário
Marcadores:
#day13
Time
Hoje parece o último dia, a única diferença é a certeza de que os verei de novo, tudo bem, não vai ser assim tão bom, vai ter a saudade, vai dar muita saudade, mas sei que em breve estaremos juntos de novo, todos nós. A verdade, é que eu estou feliz, enfim tenho um tempo pra descansar, as coisas estavam apertadas, tudo ao mesmo tempo, eu estava sufocando, e agora tenho um tempo pra mim, pra me aproveitar, pra matar a saudade de casa, das minhas coisas, não vejo a hora de poder reencontrar minhas melhores amigas, cara, faz seis meses que não as vejo, tenho tanta coisa pra falar, e a ansiedade de poder nos ver juntas de novo quase grita dentro de mim. Era tudo o que eu estava precisando, tempo. Tudo em mim dói, está tudo tão velho e exausto, preciso ficar dormindo até tarde, devorar todos os livros possíveis, assistir todas as minhas séries favoritas, preciso ficar sem fazer nada, só pensando, bolando planos insanos na minha cabeça, preciso colocar as coisas em ordem, meus sentimentos, os estudos, eu estou um caos! Dessa vez eu estou tranquila, porque sei que nada vai mudar, e quanto eu voltar, será tudo igual, pelo menos as coisas que realmente foram reais.
Postado por
That Girl
Nenhum comentário
Marcadores:
#day12